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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

VAMOS PENSAR!?

Tomara que o espírito de mudança, renovação, inovação comece a contagiar o eleitor brasileiro, sem duvida poderemos assim sonhar com um país mais justo e com menos corrupção.
Falando de minha querida Itauçu, acompanho nossa política desde 1992, portanto é a sexta campanha que participo; e confesso nunca presenciei tantas opções boas que reformular o Poder Legislativo como temos agora.
Temos 61 candidatos a vereador, alguns não sabem nem o propósito de ser vereador, mas estão lá. “A palavra Vereador vem, segundo Constancio em seu Diccionario, do verbo verear, vigiar sobre a boa polícia da terra, reger e cuidar do bem público.” Sendo assim, temos com folga 9 (nove) novos ótimos candidatos, pra fazermos a tão sonhada alternância de poder que a velha democracia anseia, pra manter viva nossa esperança em dias melhores.  
Pra ocupar o executivo, continuo com a palavra INOVAÇÃO, átona. Minha escolha (para manter a isenção do Blog não vou mencionar) vai sempre de encontro com os interesses de minha cidade. Nós cidadãos de bem, não precisamos de esmolas, precisamos de oportunidades, condições dignas de sobrevivência, e da operância do poder publico, fazendo com que nossos estudantes possam ter garantida sua locomoção pra cidades vizinhas, os que trabalham fora de Itauçu, ter parcerias pra locomoção em sua labuta cotidiana, outros trabalhadores terem sua seguridade previdenciária garantida (INSS). Os jovens possam tem laser e esportes, e que nossas crianças possam brincar a vontade na liberdade tão sonhada pelos adultos.
Meus amigos o jogo político esta na mesa, as peças estão aí, se nós soubermos mexer, Itauçu dará um grande passo rumo ao progresso. Se não poderemos cair no abismo do retrocesso.
Ramón Peres de Freitas

quinta-feira, 19 de julho de 2012

O TEJO

O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,
Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia
Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.

O Tejo tem grandes navios
E navega nele ainda,
Para aqueles que vêem em tudo o que lá não está,
A memória das naus.
O Tejo desce de Espanha
E o Tejo entra no mar em Portugal.
Toda a gente sabe isso.
Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia
E para onde ele vai
E donde ele vem.
E por isso porque pertence a menos gente,
É mais livre e maior o rio da minha aldeia.

Pelo Tejo vai-se para o Mundo.
Para além do Tejo há a América
E a fortuna daqueles que a encontram.
Ninguém nunca pensou no que há para além
Do rio da minha aldeia.

O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.
Quem está ao pé dele está só ao pé dele.

 Alberto Caeiro – Fernando Pessoa, poeta Português.

         É sempre bom refletir sobre os pensamentos de Fernando Pessoa, que em forma de verso ou prosa sempre nos traz algo a mais, e sempre nos faz pensar.

         E, como estamos em período eleitoral, pensemos bem, qual é o candidato a Prefeito, e a Vereador que realmente é igual ao rio da aldeia do poema, ou seja, qual pessoa que efetivamente é Itauçuense, tem amor por esta Terra, nasceu aqui, e sempre defendeu nossos valores, e o nosso povo. Temos de ter muita consciência para podermos saber distinguir o Tejo do Rio que passa em nossa aldeia; ou melhor, para distinguir o verdadeiro candidato Itaucuense daqueles que só que não tem um só compromisso com o nosso povo, e com a nossa gente.

         Para auxiliar os nossos caros leitores, sugiro que entrem no sitio, do TSE, www.tse.jus.br, e consultem em DIVULGACAND, e olhem lá o local de nascimento de cada candidato, e vejam também os planos de governo de nossos candidatos a Prefeito, as propostas, os programas, enfim conheçam um pouco da vida deles, segundo suas próprias apresentações.

         Enfim vamos aguardar para ver se realmente o Tejo é o rio que corre por nossa aldeia.


Fernando Almeida Sousa, advogado, natural da cidade de Itauçu, filho de José Laurindo de Almeida, e Zeli de Lourdes Sousa Almeida, grandes pessoas, e como tantos outros, somos Itaucuenses de coração.


segunda-feira, 11 de junho de 2012

A criatividade, e os campos férteis.

A muito vem a admirar as riquezas de nosso Estado de Goiás, que está bem localizado, no centro do País, assim como a Cidade de Itauçu. Admirada por ter terras férteis, e clima propicio.
                   O que faltaria então para que as pessoas tivessem condições de viver felizes, sem distanciamento de classes, e com melhor distribuição de riquezas?
                   Daí surgem várias dificuldades a serem enfrentadas que vão bem além dos fatores geográficos, ou de riquezas minerais, faltaria ai a formula de buscar distribuir com maior eficiência as riquezas, e também definir o termo riqueza.
                   Com estes paradigmas surgem os políticos, com as propostas e os métodos ditos infalíveis, mas que nunca se concretizam.
                   Com efeito, vários programas sociais foram desenvolvidos, várias ideias que objetivaram a melhor distribuição de riqueza e renda foram buscadas, e algumas até colocados em desenvolvimento.
                   Contudo, chegamos sempre as inevitáveis conclusões de que nada adianta termos recursos se não sabemos aplica-los, de nada adianta termos uma maravilhosa máquina se não sabemos opera-la, de nada adianta reclamarmos se não temos meios de fazer valer nossas legitimas reivindicações.
                   Surge neste contexto a necessidade do método educacional como mola propulsora da criatividade, e do campo fértil no qual se pode lançar qualquer semente porque ela dará, inevitavelmente, bons, e abundantes frutos.
                   A reflexão a que devemos nos propor na ocasião está envolta na arte de mostrar para o querido leitor que, não se deve ignorar a capacidade da mente humana, pois tudo é possível quando nos propomos a utilizar a nossa capacidade cognitiva, a nossa capacidade de criar uma ideia e executa-la, sempre com o objetivo de trazer paz ao meio social.
                   A forma de o meio social se acalentar, a forma de dirimir as mazelas sociais é por meio da ética, e da política, consoante a sábia lição do filosofo grego, Aristóteles, que assim expos: (...) é a ética que conduz à política. Segundo o filósofo, governar é permitir aos cidadãos viver a vida plena e feliz eticamente alcançada. O Estado, portanto, deve tornar possível o desenvolvimento e a felicidade do indivíduo. Por fim, o indivíduo só pode ser feliz em sociedade, pois o homem é, mais do que um ser social, um animal político - ou seja, que precisa estabelecer relações com outros homens.
                   Não obstante não devemos olvidar que a melhor, e talvez única forma de atingir a plenitude de nossas capacidades de cultivar é por meio de um eficiente sistema educacional, com método, em curto, médio e longo prazo, primordialmente para rede pública de ensino, assim como é feito nas bancadas escolares da iniciativa privada.
                   Conclui-se a reflexão com a expectativa de que o ensino público no Município de Itauçu, principalmente na rede Municipal possa ter método, e paradigmas utilizados nas redes privadas, com o objetivo de incentivar os primeiros cidadãos da Cidade de Itauçu a refletirem e encontrarem a felicidade na arte do conhecimento, antes de qualquer outra experiência, porque encontrarão a verdadeira riqueza a ser distribuída.
                   Itauçu, 10 de junho de 2012.
FERNANDO ALMEIDA SOUSA, advogado militante, e ex-alugo da Escola Alfredo Nasser (1986/1990), José Ludovico de Almeida (1991/1994), e Colégio Estadual de Itauçu (1995/1997), e Universidade Federal de Goiás (1999/2003).

quinta-feira, 31 de maio de 2012

A IMPORTANCIA EM MANTER ITAUÇU DE PÉ!

Varias reuniões políticas têm acontecido em Itauçu, e vai intensificar nos próximos dias. O que uma pequena parte da população de nossa cidade parece não querer, é a famosa alternância de poder, que tem como objetivo maior, proteger e fortalecer a democracia.
A intenção de modificar o Brasil e permitir que o povo tenha além do voto a vez de opinar sobre questões pertinentes, tais como; desigualdade social, sobre os altos impostos pagos pelo contribuinte, corrupção, insegurança publica, drogas e etc. Todas essas coisas ficam de lado. Na verdade o  que realmente importa nesse momento é o interesse pessoal.
Pode se perceber que existe um pequeno grupinho fazendo apologia, com a intenção de trazer de volta políticos, que por seus currículos, o povo jamais deveria ventilar seus nomes, para ocupar cargos públicos em nossa cidade.
Defendo a ideia de colocar gente nova no poder, em todas as esferas, mesmo se o eleitor quebrar a cara, será por acreditar no desconhecido, no incerto, no novo. Agora errar sabendo, é negligencia, é irresponsabilidade. Devemos pensar bem, antes de votar, não podemos andar de ré, rumo ao abismo, precisamos valorizar e muito os 2 (dois) ótimos mandatos de Dr. Alvimar, e elegermos alguém que no mínimo vai manter nosso Itauçu de pé.
Ramón Peres de Freitas

CETICISMO

O que observa, termo que se substantivou mais tarde para significar a escola filosófica dos que faziam profissão de apenas observar sem nada afirmar. Em sentido amplo é a doutrina filosófica que considera a mente humana incapaz de alcançar com certeza absoluta qualquer verdade geral e especulativa, ou a de chegar  a qualquer conclusão. A duvida seria, a única atitude do verdadeiro sábio. Ceticismo é a atitude de duvidar de tudo, em especial da bondade, sinceridade, honestidade ou a coisa que movem os homens à pratica de atos de virtude. O cético é quase sempre, um individuo desajustado, infeliz, revoltado contra seus semelhantes.
       Itauçu não esta precisando de políticos céticos, mas de políticas de sonhos, verdades, honestidade e valorização de companheiros; onde o egocentrismo não predomine, mas sim o bom viver e comprometimento com seus pares.
Paulo Roberto de Castro